sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Novo Evangelho no lar Nº 53: Cap 7 - Bem aventurados os pobres de espírito - itens 3 e 4 (Aquele que se eleva será rebaixado)

Nova temporada do auxílio ao Evangelho no lar, com estudo do Evangelho segundo o espiritismo - Capítulo 7 - Bem aventurados os pobres de espírito - itens 3 e 4 (Aquele que se eleva será rebaixado)


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Nos textos do Evangelho e da página de preparo, colocamos o significado das palavras mais difíceis na cor vermelha, ao lado das mesmas.

1ª parte: Prece de abertura:

2ª parte: Leitura da página de preparo:

Página de preparo: Cap 4 – Antes de servir (Livro “Pão Nosso”, de Emmanuel, psicografado por Chico Xavier)

“Bem como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir.” – Jesus. (Mateus, 20:28.) 

Em companhia do espírito de serviço, estaremos sempre bem guardados. A Criação inteira nos reafirma esta verdade com clareza absoluta.
Dos reinos inferiores às mais altas esferas, todas as coisas servem a seu tempo.
A lei do trabalho, com a divisão e a especialização nas tarefas, prepondera (prevalecem, tem mais importância) nos mais humildes elementos, nos variados setores da Natureza.
Essa árvore curará enfermidades, aquela outra produzirá frutos. Há pedras que contribuem na construção do lar; outras existem calçando os caminhos.
O Pai forneceu ao filho homem a casa planetária, onde cada objeto se encontra em lugar próprio, aguardando somente o esforço digno e a palavra de ordem, para ensinar à criatura a arte de servir. Se lhe foi doada a pólvora destinada à libertação da energia e se a pólvora permanece utilizada por instrumento de morte aos semelhantes, isto corre por conta do usufrutuário da moradia terrestre, porque o Supremo Senhor em tudo sugere a prática do bem, objetivando a elevação e o enriquecimento de todos os valores do Patrimônio Universal.
Não olvidemos (esqueçamos) que Jesus passou entre nós, trabalhando. Examinemos a natureza de sua cooperação sacrificial e aprendamos com o Mestre a felicidade de servir santamente.
Podes começar hoje mesmo.
Uma enxada ou uma caçarola (frigideira de barro) constituem excelentes pontos de início. Se te encontras enfermo, de mãos inabilitadas para a colaboração direta, podes principiar mesmo assim, servindo na edificação (construção) moral de teus irmãos.

3ª parte: Estudo do Evangelho:

Capítulo 7 - Bem aventurados os pobres de espírito - itens 3 e 4 (Aquele que se eleva será rebaixado)

Aquele que se eleva será rebaixado

3. Por essa ocasião, os discípulos se aproximaram de Jesus e lhe perguntaram: "Quem é o maior no reino dos céus?" - Jesus, chamando a si um menino, o colocou no meio deles e respondeu: "Digo-vos, em verdade, que, se não vos converterdes e tornardes quais crianças, não entrareis no reino dos céus. - Aquele, portanto, que se humilhar e se tornar pequeno como esta criança será o maior no reino dos céus - e aquele que recebe em meu nome a uma criança, tal como acabo de dizer, é a mim mesmo que recebe." (S. MATEUS, cap. XVIII, vv. 1 a 5.)

4. Então, a mãe dos filhos de Zebedeu se aproximou dele com seus dois filhos e o adorou, dando a entender que lhe queria pedir alguma coisa. - Disse-lhe ele: "Que queres?" "Manda, disse ela, que estes meus dois filhos tenham assento no teu reino, um à sua direita e o outro à sua esquerda." - Mas, Jesus respondeu, "Não sabes o que pedes; podeis vós ambos beber o cálice que eu vou beber?" Eles responderam: "Podemos." -Jesus lhes replicou: "É certo que bebereis o cálice que eu beber; mas, pelo que respeita a vos sentardes à minha direita ou à minha esquerda, não me cabe a mim vo-lo conceder; isso será para aqueles a quem meu Pai o tem preparado." - Ouvindo isso, os dez outros apóstolos se encheram de indignação contra os dois irmãos. - Jesus, chamando-os para perto de si, lhes disse: "Sabeis que os príncipes das nações as dominam e que os grandes os tratam com império. - Assim não deve ser entre vós; ao contrário, aquele que quiser tornar-se o maior, seja vosso servo; - e, aquele que quiser ser o primeiro entre vós seja vosso escravo; - do mesmo modo que o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a vida pela redenção de muitos." (S. MATEUS, capítulo XX, vv. 20 a 28.)

 4ª parte: Prece pelas pessoas queridas, amigos ou inimigos, encarnados ou desencarnados:

5ª parte: Fluidificação da água:

6ª parte: Prece de encerramento:


sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Novo Evangelho no lar Nº 52: Cap 7 - Bem aventurados os pobres de espírito - itens 1 e 2 (O que se deve entender por pobres de espírito?)

Nova temporada do auxílio ao Evangelho no lar, com estudo do Evangelho segundo o espiritismo - Capítulo 7 - Bem aventurados os pobres de espírito - itens 1 e 2 (O que se deve entender por pobres de espírito?)



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Nos textos do Evangelho e da página de preparo, colocamos o significado das palavras mais difíceis na cor vermelha, ao lado das mesmas.

1ª parte: Prece de abertura:

2ª parte: Leitura da página de preparo:

Página de preparo: Cap 10 – Sentimentos fraternos (Livro “Pão Nosso”, de Emmanuel, psicografado por Chico Xavier)

“Quanto, porém, à caridade fraternal, não necessitais de que vos escreva, visto que vós mesmos estais instruídos por Deus que vos ameis uns aos outros.” — PAULO (1 Tessalonicenses, 4.9)

Forte contrassenso (absurdo, sem lógica) que desorganiza a contribuição humana, no divino edifício (construção, desenvolvimento) do Cristianismo, é o impulso sectário (extremista, fanático) que atormenta enormes fileiras (quantidade) de seus seguidores.
Mais reflexão, mais ouvidos ao ensinamento de Jesus e essas batalhas injustificáveis estariam para sempre apagadas.
Ainda hoje, com as manifestações do Plano espiritual na renovação do mundo, a cada momento surgem grupos e personalidades, solicitando fórmulas do Além para que se integrem no campo da fraternidade pura.
Que esperam, entretanto, os companheiros esclarecidos para serem efetivamente irmãos uns dos outros?
Muita gente se esquece de que a solidariedade legítima escasseia (falta, é pouca) nos ambientes onde é reduzido o espírito de serviço e onde sobra a preocupação de criticar. Instituições notáveis são conduzidas à perturbação e ao extermínio, em vista da ausência do auxílio mútuo, no terreno da compreensão, do trabalho e da boa-vontade.
Falta de assistência? Não. (refere-se a assistência do plano espiritual)
Toda obra honesta e generosa repercute nos Planos mais altos, conquistando cooperadores abnegados (dedicados).
Quando se verifique a invasão da desarmonia nos institutos do bem, que os agentes humanos acusem a si mesmos pela defecção (abandono, faltas, ausências) nos compromissos assumidos ou pela indiferença ao ato de servir. E que ninguém peça ao Céu determinadas receitas de fraternidade, porque a fórmula sagrada e imutável permanece conosco no “amai-vos uns aos outros”.

3ª parte: Estudo do Evangelho:

Capítulo 7 - Bem aventurados os pobres de espírito - itens 1 e 2 (O que se deve entender por pobres de espírito?)

O que se deve entender por pobres de espírito

1. Bem-aventurados os pobres de espírito, pois que deles é o reino dos céus. (S. MATEUS, cap. V, v. 3.)

2. A incredulidade zombou desta máxima: Bem-aventurados os pobres de espírito, como tem zombado de muitas outras coisas que não compreende. Por pobres de espírito Jesus não entende os baldos de inteligência (pouco inteligentes, carentes de inteligência), mas os humildes, tanto que diz ser para estes o reino dos céus e não para os orgulhosos.
Os homens de saber e de espírito, no entender do mundo, formam geralmente tão alto conceito de si próprios e da sua superioridade, que consideram as coisas divinas como indignas de lhes merecer a atenção. Concentrando sobre si mesmos os seus olhares, eles não os podem elevar até Deus. Essa tendência, de se acreditarem superiores a tudo, muito amiúde (frequentemente) os leva a negar aquilo que, estando-lhes acima, os depreciaria (rebaixaria), a negar até mesmo a Divindade. Ou, se condescendem (não passar por intransigente) em admiti-la, contestam-lhe um dos mais belos atributos: a ação providencial sobre as coisas deste mundo, persuadidos (convencidos) de que eles são suficientes para bem governá-lo. Tomando a inteligência que possuem para medida da inteligência universal, e julgando-se aptos a tudo compreender, não podem crer na possibilidade do que não compreendem. Consideram sem apelação as sentenças que proferem (pronunciam, publicam, dizem).
Se se recusam a admitir o mundo invisível e uma potência extra-humana, não é que isso lhes esteja fora do alcance; é que o orgulho se lhes revolta à idéia de uma coisa acima da qual não possam colocar-se e que os faria descer do pedestal onde se contemplam. Dai o só terem sorrisos de mofa (zombaria, deboche) para tudo o que não pertence ao mundo visível e tangível. Eles se atribuem espírito e saber em tão grande cópia, que não podem crer em coisas, segundo pensam, boas apenas para gente simples, tendo por pobres de espírito os que as tomam a sério.
Entretanto, digam o que disserem, forçoso lhes será entrar, como os outros, nesse mundo invisível de que escarnecem (zombam, ridicularizam). É lá que os olhos se lhes abrirão e eles reconhecerão o erro em que caíram. Deus, porém, que é justo, não pode receber da mesma forma aquele que lhe desconheceu a majestade e outro que humildemente se lhe submeteu às leis, nem os aquinhoar (dividir, distribuir) em partes iguais.

Dizendo que o reino dos céus é dos simples, quis Jesus significar que a ninguém é concedida entrada nesse reino, sem a simplicidade de coração e humildade de espírito; que o ignorante possuidor dessas qualidades será preferido ao sábio que mais crê em si do que em Deus. Em todas as circunstâncias, Jesus põe a humildade na categoria das virtudes que aproximam de Deus e o orgulho entre os vícios que dele afastam a criatura, e isso por uma razão muito natural: a de ser a humildade um ato de submissão a Deus, ao passo que o orgulho é a revolta contra ele. Mais vale, pois, que o homem, para felicidade do seu futuro, seja pobre em espírito, conforme o entende o mundo, e rico em qualidades morais.


 4ª parte: Prece pelas pessoas queridas, amigos ou inimigos, encarnados ou desencarnados:

5ª parte: Fluidificação da água:


6ª parte: Prece de encerramento:

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Novo Evangelho no lar Nº 51: Cap 6 - O Cristo consolador - itens 7 e 8 ( Instruções dos Espíritos: Advento do Espírito de Verdade)

Nova temporada do auxílio ao Evangelho no lar, com estudo do Evangelho segundo o espiritismo - Capítulo 6 - O Cristo consolador - itens 7 e 8 ( Instruções dos Espíritos: Advento (vinda, chegada) do Espírito de Verdade) 


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1ª parte: Prece de abertura: 

2ª parte: Leitura da página de preparo: 

Página de preparo: Cap 22 – Renovação em amor (Livro “Ceifa de luz”, de Emmanuel, psicografado por Chico Xavier) 

“E vós, irmãos, não vos canseis de fazer o bem.” - PAULO (II Tessalonicenses, 3:13.)  

Quando as crises te visitem, ante os problemas humanos, é justo medites nos princípios de causa e efeito, tanto quanto é natural reflitas no impositivo de burilamento (necessidade de melhoramento) espiritual, com que somos defrontados, entretanto, pensa igualmente na lei de renovação, capaz de trazer-nos prodígios (maravilhas) de paz e vitória sobre nós mesmos, se nos decidimos a aceitar, construtivamente, as experiências que se nos façam precisas. 
Se atingiste a integração profunda com as bênçãos da vida, considera a tarefa que a Divina Providência te confiou. 
Deus não nos envia problemas de que não estejamos necessitados. 
Aceitação e paciência, sem fuga ao trabalho, são quase sempre a metade do êxito (sucesso) em qualquer teste a que estejamos submetidos, em nosso proveito próprio. 
Se qualquer tempo é suscetível (possibilidade, chance) de ser ocasião para resgate e reajuste, todo dia é também oportunidade de recomeçar, reaprender, instruir ou reerguer. 
O amor que estejamos acrescentando à obrigação que nos cabe cumprir, é sempre plantação de felicidade para nós mesmos. 
Onde estiveres e como estiveres, nas áreas da dificuldade, dá-te à serenidade e ao espírito de serviço e entenderás, com facilidade, que o amor cobre realmente a multidão de nossas faltas, apressando, em nosso favor, a desejada conquista de paz e libertação. 

3ª parte: Estudo do Evangelho: 

Capítulo 6 - O Cristo consolador - itens 7 e 8 ( Instruções dos Espíritos: Advento (vinda, chegada) do Espírito de Verdade) 

Advento do Espírito de Verdade 

7. Sou o grande médico das almas e venho trazer-vos o remédio que vos há de curar. Os fracos, os sofredores e os enfermos são os meus filhos prediletos. Venho salvá-los. Vinde, pois, a mim, vós que sofreis e vos achais oprimidos, e sereis aliviados e consolados. Não busqueis alhures (em outro lugar) a força e a consolação, pois que o mundo é impotente para dá-las. Deus dirige um supremo apelo aos vossos corações, por meio do Espiritismo. Escutai-o. Extirpados (retiradas, arrancadas) sejam de vossas almas doloridas a impiedade, a mentira, o erro, a incredulidade. São monstros que sugam o vosso mais puro sangue e que vos abrem chagas (feridas, doenças) quase sempre mortais. Que, no futuro, humildes e submissos ao Criador, pratiqueis a sua lei divina. Amai e orai; sede dóceis aos Espíritos do Senhor; invocai-o do fundo de vossos corações. Ele, então, vos enviará o seu Filho bem-amado, para vos instruir e dizer estas boas palavras: Eis-me aqui; venho até vós, porque me chamastes. - O Espírito de Verdade. (Bordéus, 1861.)  

8. Deus consola os humildes e dá força aos aflitos que lha pedem. Seu poder cobre a Terra e, por toda a parte, junto de cada lágrima colocou ele um bálsamo (alívio, conforto) que consola. A abnegação (desprendimento do interesse próprio) e o devotamento (dedicação, empenho) são uma prece continua e encerram um ensinamento profundo. A sabedoria humana reside nessas duas palavras. Possam todos os Espíritos sofredores compreender essa verdade, em vez de clamarem (gritar, reclamar) contra suas dores, contra os sofrimentos morais que neste mundo vos cabem em partilha. Tomai, pois, por divisa estas duas palavras: devotamento(dedicação, empenho) e abnegação (desprendimento do interesse próprio), e sereis fortes, porque elas resumem todos os deveres que a caridade e a humildade vos impõe. O sentimento do dever cumprido vos dará repouso ao espírito e resignação. O coração bate então melhor, a alma se asserena (acalma) e o corpo se forra aos desfalecimentos, por isso que o corpo tanto menos forte se sente, quanto mais profundamente golpeado é o espírito. - O Espírito de Verdade. (Havre, 1863.) 

 4ª parte: Prece pelas pessoas queridas, amigos ou inimigos, encarnados ou desencarnados: 

5ª parte: Fluidificação da água: 

6ª parte: Prece de encerramento:

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Novo Evangelho no lar Nº 50: Cap 6 - O Cristo consolador - item 6 ( Instruções dos Espíritos: Advento do Espírito de Verdade)

Nova temporada do auxílio ao Evangelho no lar, com estudo do Evangelho segundo o espiritismo - Capítulo 6 - O Cristo consolador - item 6 ( Instruções dos Espíritos: Advento (vinda, chegada) do Espírito de Verdade) 

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1ª parte: Prece de abertura: 

2ª parte: Leitura da página de preparo: 

Página de preparo: Cap 83 – Aflições (Livro “Caminho verdade e vida”, de Emmanuel, psicografado por Chico Xavier) 

“Mas alegrai-vos no fato de serdes participantes das aflições do Cristo.” (I PEDRO, 4: 13)  

É inegável que em vosso aprendizado terrestre atravessareis dias de inverno ríspido (forte, rigoroso), em que será indispensável recorrer às provisões (mantimentos, reservas de alimentos) armazenadas no íntimo, nas colheitas dos dias de equilíbrio e abundância.   
Contemplareis o mundo, na desilusão de amigos muito amados, como templo em ruínas, sob os embates (ímpetos) de tormenta cruel. 
As esperanças feneceram (extinguiram, morreram) distantes, os sonhos permanecem pisados pelos ingratos. Os afeiçoados desapareceram, uns pela indiferença, outros porque preferiram a integração no quadro dos interesses fugitivos do plano material. 
Quando surgir um dia assim em vossos horizontes, compelindo-vos (obrigando, forçando) à inquietação e à amargura, certo não vos será proibido chorar. Entretanto, é necessário não esquecerdes a divina companhia do Senhor Jesus. 
Supondes, acaso, que o Mestre dos Mestres habita uma esfera inacessível ao pensamento dos homens? julgais, porventura, não receba o Salvador ingratidões e ápodos (zombaria, deboche), por parte das criaturas humanas, diariamente? Antes de conhecermos o alheio mal que nos aflige, Ele conhecia o nosso e sofria pelos nossos erros. 
Não olvidemos (esqueçamos), portanto, que, nas aflições, é imprescindível tomar-lhe a sublime companhia e prosseguir avante com a sua serenidade e seu bom ânimo. 

3ª parte: Estudo do Evangelho: 

Capítulo 6 - O Cristo consolador - item 6 ( Instruções dos Espíritos: Advento (vinda, chegada) do Espírito de Verdade) 

Advento do Espírito de Verdade 

6. Venho instruir e consolar os pobres deserdados. Venho dizer-lhes que elevem a sua resignação ao nível de suas provas, que chorem, porquanto a dor foi sagrada no Jardim das Oliveiras; mas, que esperem, pois que também a eles os anjos consoladores lhes virão enxugar as lágrimas. (Jardim das Oliveiras foi onde, na Paixão de Cristo, Jesus, angustiado e com a alma triste, entrou no jardim para orar. Pôs-se de joelhos dizendo “Pai, afasta de mim este cálice! Mas seja feita a vossa vontade, e não a minha!” – Depois disso, apareceu-lhe um anjo do céu para o consolar.) 
Obreiros, traçai o vosso sulco (caminho aberto na terra pela pá do arado); recomeçai no dia seguinte o afanoso labor (trabalho difícil) da véspera; o trabalho das vossas mãos vos fornece aos corpos o pão terrestre; vossas almas, porém, não estão esquecidas; e eu, o jardineiro divino, as cultivo no silêncio dos vossos pensamentos. Quando soar a hora do repouso, e a trama da vida se vos escapar das mãos e vossos olhos se fecharem para a luz, sentireis que surge em vós e germina a minha preciosa semente. Nada fica perdido no reino de nosso Pai e os vossos suores e misérias formam o tesouro que vos tornará ricos nas esferas superiores, onde a luz substitui as trevas e onde o mais desnudo dentre todos vós será talvez o mais resplandecente.   
Em verdade vos digo: os que carregam seus fardos e assistem os seus irmãos são bem-amados meus. Instruí-vos na preciosa doutrina que dissipa (dispersa, desaparece) o erro das revoltas e vos mostra o sublime objetivo da provação humana. Assim como o vento varre a poeira, que também o sopro dos Espíritos dissipe os vossos despeitos (ressentimentos, melindres) contra os ricos do mundo, que são, não raro, muito miseráveis, porquanto se acham sujeitos a provas mais perigosas do que as vossas. Estou convosco e meu apóstolo vos instrui. (Discípulo: Aquele que aprende com o Mestre. Apóstolo: Aquele que aprende com o Mestre e também passa adiante aquilo que aprendeu.)  Bebei na fonte viva do amor e preparai-vos, cativos da vida (no cativeiro da vida), a lançar-vos um dia, livres e alegres, no seio dAquele que vos criou fracos para vos tornar perfectíveis e que quer modeleis vós mesmos a vossa maleável argila, a fim de serdes os artífices (artistas, artesãos) da vossa imortalidade. - O Espírito de Verdade. (Paris, 1861.) 

 4ª parte: Prece pelas pessoas queridas, amigos ou inimigos, encarnados ou desencarnados: 

5ª parte: Fluidificação da água: 

6ª parte: Prece de encerramento: